Uma história pra lá de inusitada e polêmica tomou conta dos bastidores e agitou os moradores do bairro de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, após o primeiro turno das eleições. Uma aposta feita entre dois policiais militares em um barzinho da região terminou em forte confusão e discussão entre os colegas de farda.
A origem da aposta:
De acordo com informações obtidas pela reportagem, a aposta foi realizada na última sexta-feira (2), a apenas dois dias da votação, enquanto os dois PMs bebiam e conversavam sobre o cenário político. A companheira de um deles, que seria eleitora do presidente Lula, estava presente no local e acompanhava o papo.
Durante a conversa, um dos policiais apostou que a eleição presidencial seria decidida logo no primeiro turno. O que chamou atenção — e gerou revolta nos bastidores — foi o teor do acordo: caso perdesse, o policial permitiria que o colega passasse uma “noite de amor” com sua própria companheira.
A cobrança e a confusão:
Como o pleito nacional não foi definido no primeiro turno (com a disputa indo para o segundo entre Flávio Bolsonaro e Lula), o cenário previsto pelo apostador não se concretizou. Contudo, após o fechamento das urnas, a cobrança da aposta inusitada gerou um clima insustentável.
O policial que havia perdido a aposta se recusou terminantemente a cumprir o acordo absurdo. A recusa esquentou os ânimos, provocando uma discussão homérica e uma confusão generalizada entre os dois envolvidos, atraindo a atenção de quem estava por perto.
Até o momento, a corporação não se pronunciou oficialmente sobre o caso e não há registros formais de ocorrência policial nas delegacias da área, mantendo a identidade dos PMs em sigilo.






