A disputa de narrativas sobre as grandes entregas para Salvador ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (21). O prefeito Bruno Reis (União Brasil) subiu o tom e rebateu veementemente as declarações de adversários políticos a respeito da origem dos recursos utilizados para a compra dos 700 novos ônibus climatizados do Sistema de Transporte Coletivo por Ônibus (STCO).
A polêmica dos recursos:
A controvérsia ganhou força após alas da oposição afirmarem publicamente que a renovação da frota teria sido custeada diretamente ou viabilizada por meio de doações do Governo Federal. Sem papas na língua, o gestor municipal desmentiu a versão e explicou a engenharia financeira por trás da aquisição:
“Não tem presente de Brasília” — pontuou o prefeito, detalhando que a prefeitura firmou uma operação de crédito que será integralmente quitada com o orçamento próprio do município e o dinheiro do contribuinte soteropolitano. Para ilustrar, Bruno comparou a modalidade de financiamento público à compra parcelada de um bem particular.
Cronograma da nova frota:
A entrega do primeiro lote robusto — composto por 326 veículos equipados com ar-condicionado e motores de baixa emissão de poluentes — teve início no último sábado (19) no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A expectativa da Prefeitura de Salvador é concluir a incorporação de toda a frota de 700 novos ônibus e a modernização do sistema complementar (STEC) até o final de dezembro.






