Durante coletiva de imprensa realizada na tarde deste domingo (25), o prefeito de Salvador, Bruno Reis, rebateu veementemente as acusações de redução deliberada na circulação do transporte público e saiu em defesa da gestão municipal e do secretário de Mobilidade, Fabrizzio Muller (citado na fala como titular da Semob).
O motivo do atraso nas primeiras horas:
De acordo com o prefeito, a capital baiana enfrentou um contratempo operacional no início da manhã devido à identificação de adesivos de campanha política vinculados ao Partido dos Trabalhadores (PT) colados na lataria de coletivos da frota da Integra.
Como a legislação eleitoral veda expressamente a circulação de veículos do transporte coletivo veiculando propaganda partidária no dia do pleito, as concessionárias precisaram retirar o material das garagens às pressas. A força-tarefa demandou tempo e gerou atrasos pontuais na saída dos ônibus até cerca de 10h da manhã.
Decreto e defesa da operação:
Bruno Reis reforçou que o decreto municipal assegura transporte suficiente para garantir o deslocamento e o retorno de todos os eleitores até os locais de votação. Na oportunidade, o gestor também ressaltou a qualificação técnica da equipe da Secretaria de Mobilidade (Semob), destacando passagens e experiências em grandes eventos globais, como a FIFA e o Comitê Olímpico.
Maior frota da história:
Questionado pelo repórter Eduardo Oliveira, da TV Bahia, sobre o quantitativo exato de veículos em circulação, o prefeito afirmou que não dispunha do número absoluto no momento, mas garantiu que a operação conta com um número muito superior ao de um domingo habitual:
“Garantimos que é a maior frota já colocada nas ruas em um domingo de eleição na história de Salvador”, enfatizou.






