Uma situação revoltante e cercada de mistério marcou o dia de votação deste domingo (4) para uma eleitora e sua família. Ao chegar à sua seção eleitoral para exercer o direito ao voto, ela foi surpreendida com a informação de que já constava como votante no sistema — o detalhe mais grave: a identificação na seção é feita obrigatoriamente por biometria!
Onde está o erro?
A situação absurda abre margem para indagações gravíssimas que exigem respostas imediatas da Justiça Eleitoral: Como um voto biométrico pode ser computado sem a presença da titular? Seria uma falha sistêmica do equipamento, um erro de procedimento do mesário ou o indício alarmante de fraude com uso de dados alheios?
Revolta com a recusa de registro e omissão:
O transtorno, que já seria grave por si só, ganhou contornos de descaso institucional. De acordo com o relato do marido da eleitora à nossa equipe, os mesários responsáveis pela seção se recusaram a registrar o caso em ata, tentando empurrar o procedimento para o final do dia — uma manobra clara para evitar o registro oficial da ocorrência.
Diante do impasse, a família precisou escalar a cobrança: acionaram os superiores responsáveis e a coordenação do local. No entanto, a frustração foi ainda maior ao buscarem apoio policial:
“Falei com a polícia e eles me disseram que não poderiam fazer nada!” — desabafou o eleitor, indignado com a falta de suporte das autoridades de segurança no local.
A denúncia escancara brechas preocupantes na segurança do processo e na postura de atendimento de mesários e forças de ordem diante de crimes eleitorais em flagrante.






