Uma polêmica internacional envolvendo um dos maiores nomes da sofrência baiana veio à tona nesta quarta-feira (30). A produtora norte-americana Schuina Productions acusou publicamente o cantor Pablo de “calote” e de descumprimento de contrato após o cancelamento repentino de duas apresentações que seriam realizadas nos Estados Unidos nos dias 2 e 3 de outubro, nas cidades de Boston (Massachusetts) e Newark (New Jersey).
A acusação da produtora:
De acordo com nota oficial e pronunciamento do empresário Adilson Alves Schuina — que atua há mais de três décadas na região leste dos EUA —, todas as despesas logísticas e os valores de cachê acordados foram rigorosamente pagos pela empresa. No entanto, a equipe do artista comunicou de última hora que Pablo não embarcaria para a turnê internacional, que seria realizada em formato de “dobradinha” com o cantor Eduardo Costa (sendo que um dos setores já estava com ingressos esgotados).
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o empresário desabafou sobre a situação:
“Simplesmente o Mário Paim, que é um empresário do Pablo, falou comigo que não ia embarcar. Simplesmente isso. E veio propor para mim trocar um show com ele no Brasil de prefeitura. Isso que ele tá fazendo, isso é um desacato” — afirmou.
Prejuízo milionário e documentos:
Segundo os relatos da Schuina Productions, o rombo financeiro e os custos operacionais foram elevados:
- Mais de US$ 88 mil dólares gastos com petições legais, vistos e passagens aéreas na classe executiva para Pablo, sua esposa e o empresário Mário Paim.
- Metade do cachê do artista já havia sido repassada antecipadamente.






