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Angelo Coronel recebe apenas R$ 400 mil do partido para o Senado, enquanto rivais ganham milhões e filho fatura mais

​A corrida pelas duas cadeiras da Bahia no Senado Federal reserva surpresas e grandes contrastes financeiros nos bastidores. Dados oficiais da plataforma DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revelam que o senador e candidato à reeleição Angelo Coronel (Republicanos) recebeu o menor volume de recursos partidários entre os principais favoritos que disputam o pleito em outubro.

​O repasse para o Senado:

Na última quarta-feira (9), o diretório nacional do Republicanos realizou um aporte de R$ 400 mil para a campanha de Coronel. A quantia se une aos R$ 100 mil doados pelo próprio candidato, totalizando um montante inicial modesto para uma disputa majoritária estadual.

​O abismo financeiro em comparação aos adversários:

O valor contrasta drasticamente com os investimentos milionários feitos pelos partidos aos outros três grandes concorrentes ao Senado na Bahia:

  • ​João Roma (PL): Lidera os aportes com impressionantes R$ 4,5 milhões do diretório nacional do PL, além de outros R$ 400 mil da direção nacional do Cidadania.
  • ​Jaques Wagner e Rui Costa (PT): Ambos contam com R$ 2.668.320,93 vindos da direção nacional do PT, somados a repasses estaduais e doações cruzadas de aliados.

​Curiosidade em família:

O cenário financeiro também chamou a atenção dentro da própria família Coronel: enquanto o senador recebeu R$ 400 mil do partido, seu filho, o deputado federal e candidato à reeleição Diego Coronel (Republicanos), garantiu um repasse de R$ 2 milhões da mesma legenda. Já o outro filho, o deputado estadual Angelo Coronel Filho (Republicanos), obteve um aporte de R$ 150 mil para tentar manter sua cadeira na Alba.

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